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Lina Lopes: “Estão a coartar a minha liberdade”

Marta Roque

Lina Lopes ao Podcast Estado com Arte diz que ainda não saiu da UGT, ontem à noite reuniu com o Secretariado-Geral do sindicato a quem expôs a sua defesa.

Não percebe a razão da quebra de confiança dos TSD por ter aceitado a função de secretária do Vice-Presidente da AR, Diogo Pacheco de Amorim. Lina Lopes comenta que é uma função de serviço publico na Ar e não política. Confessa que a sua permanência na PSD não está em causa com este novo cargo na AR.

“Os TSD estão a enfabular esta nomeação para o cargo de secretaria do vice-presidente do Chega na AR,”  “Estão a coartar a minha liberdade,” diz a sindicalista depois de o executivo do Secretariado Nacional dos TSD ter decidido por unanimidade, em comunicado, que “há uma quebra irreversível da confiança político-sindical, por parte dos TSD, na dirigente Lina Maria Cardoso Lopes”, cujo trabalho não merece qualquer avaliação negativa.

A social-democrata acredita que o Chega a convidou devido às competências que adquiriu na mesa da Presidência da Republica por dois mandatos que exerceu como deputada do PSD.

Adianta que já falou com Diogo Pacheco de Amorim a quem pediu esclarecimentos sobre a função, e este lhe garantiu não ser um trabalho para o partido Chega. Lina Lopes já aceitou o cargo, que ainda não saiu em Diário da Republica.

Lina Lopes foi deputada pelo PSD nas XIV e XV legislaturas, mas nas eleições de 10 de março saiu do sexto lugar que tinha ocupado em 2022 para penúltimo lugar na lista por Lisboa e não foi eleita deputada.

 

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