{"id":4493,"date":"2024-03-23T11:17:46","date_gmt":"2024-03-23T11:17:46","guid":{"rendered":"https:\/\/estadocomarte.pt\/site\/?p=4493"},"modified":"2024-03-23T12:08:04","modified_gmt":"2024-03-23T12:08:04","slug":"viajar-sem-sair-do-lugar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estadocomarte.pt\/site\/2024\/03\/23\/viajar-sem-sair-do-lugar\/","title":{"rendered":"VIAJAR SEM SAIR DO LUGAR"},"content":{"rendered":"<p><strong>Foi neste feliz contexto que embarquei por \u201cmares nunca dantes navegados\u201d, n\u00e3o solitariamente mas tendo ao leme Maria Jo\u00e3o Lopo de Carvalho. Com ela segui a inolvid\u00e1vel e solit\u00e1ria viagem, que a autora realizou em 2015, seguindo a rota de Lu\u00eds de Cam\u00f5es na sua \u201cperegrina\u00e7\u00e3o\u201d pelo Oriente. Com ela me deslumbrei, aprendi e sonhei.<\/strong><\/p>\n<p>O \u00c2mbito Cultural e o Magazine de \u00c2mbito Cultural do El Corte Ingl\u00eas tem como objectivo principal cumprir a vontade do seu fundador, R\u00e1mon Areces, concretizada na miss\u00e3o de responsabilidade social associada \u00e0 divulga\u00e7\u00e3o e promo\u00e7\u00e3o da cultura, no sentido de contribuir para uma sociedade mais esclarecida, mais enriquecida e mais culta.<\/p>\n<p>Todas as atividades do \u00c2mbito Cultural s\u00e3o gratuitas, n\u00e3o apenas por resultarem de uma das express\u00f5es de Responsabilidade Social do El Corte Ingl\u00eas, mas por que acreditam que &#8220;o conhecimento \u00e9 dos poucos bens que se multiplica com a partilha, tornando simultaneamente mais rico, quem o oferece e quem o recebe\u201d.<\/p>\n<p>Foi neste feliz contexto que embarquei por \u201cmares nunca dantes navegados\u201d, n\u00e3o solitariamente mas tendo ao leme Maria Jo\u00e3o Lopo de Carvalho. Com ela segui a inolvid\u00e1vel e solit\u00e1ria viagem, que a autora realizou em 2015, seguindo a rota de Lu\u00eds de Cam\u00f5es na sua \u201cperegrina\u00e7\u00e3o\u201d pelo Oriente. Com ela me deslumbrei, aprendi e sonhei.<\/p>\n<p>E juro que valeu a pena\u2026<\/p>\n<p>\u00abImposs\u00edvel n\u00e3o ser tocada pela valentia e pela coragem dos portugueses ao ousarem sempre mais. E por isso e com isso atrevi-me, no dia seguinte, a fazer a travessia de barco. O mais tem\u00edvel era o vento. O vento a levantar o mar.<\/p>\n<p>N\u00e3o eram os ventos passados que agora me afligiam, eram os ventos futuros, cruzar o cabo por mar. Agora ou nunca!<\/p>\n<p>O veleiro, tripulado por tr\u00eas portugueses e um sul-africano, partiu de St. Simon, tornando-se cada vez mais pequeno, \u00e0 medida que o mar se agigantava.<\/p>\n<p>Navega-se. Apagam-se as casas penduradas sobre o oceano, acrescenta-se rocha at\u00e9 s\u00f3 haver rocha, terra, altura. E naquela escarpa rebentando de espuma vejo, em sulcos fundos, o gigante de nuvens convertido em pedra: Adamastor!<\/p>\n<p>As ondas e o mar desordenado depressa me fizeram prever a aproxima\u00e7\u00e3o de tormentas.<\/p>\n<p>Dobrar o medo, vencer o Adamastor, e ser ainda mais portuguesa. E foi isso que fiz.<\/p>\n<p>Cantei o Hino Nacional no exato ponto de viragem e sei, tenho a certeza, de que Lu\u00eds Vaz de Cam\u00f5es me protegeu navegando naquele mesmo barco.<\/p>\n<p>N\u00e3o tenho palavras, ou melhor, n\u00e3o as encontro certeiras para descrever o que senti: cruzar com acesa mem\u00f3ria o Cabo da Boa Esperan\u00e7a \u00e9 ser mais alto, \u00e9 ser maior do que o mundo\u2026mas ainda n\u00e3o \u00e9 bem isso. \u00c9 mais.<\/p>\n<p>Fecho os olhos e at\u00e9 a luz l\u00edquida me comove de lembran\u00e7as: i\u00e7ar velas, estudar as estrelas, vencer as fr\u00e1guas, avaliar os ventos, descobrir as correntes, dar n\u00f3s. Partir e chegar\u00bb.<\/p>\n<p>Dobr\u00e1mos o Cabo das Tormentas, pass\u00e1mos pela Ilha de Mo\u00e7ambique, Momba\u00e7a, Melinde, Mascate, Ormuz, Ilha da Taprobana, Malaca, seguindo-se as Ilhas Molucas e Macau.<\/p>\n<p>\u201cAs armas e os bar\u00f5es assinalados,<br \/>\nque da ocidental praia Lusitana,<br \/>\npor mares nunca dantes navegados,<br \/>\npassaram ainda al\u00e9m da Taprobana\u201d<\/p>\n<p>Ao longo de dois meses, Maria Jo\u00e3o Lopo de Carvalho percorreu sozinha os locais por onde andou Cam\u00f5es antes de escrever &#8220;Os Lus\u00edadas&#8221;. Visitou 16 cidades, 20 aeroportos, tirou milhares de fotografias, contactou <em>in loco<\/em> todas as gentes daquele mundo e regressou plena de satisfa\u00e7\u00e3o, alegria e satisfeita por ter realizado um sonho megal\u00f3mano<\/p>\n<p>\u00abCom 53 anos dobrou o medo, foi a primeira grande viagem que fez sozinha. Chamaram-lhe o inter-rail do meio s\u00e9culo, por\u00e9m, Maria Jo\u00e3o considera-a \u201ca sua epopeia \u201d\u00bb.<u>Oitava cr\u00f3nica: Mekong e <\/u><\/p>\n<p>\u00abNo romance que estou a escrever, a minha viagem com Lu\u00eds Vaz cruza o tempo e o espa\u00e7o. Cruza o mar e o c\u00e9u atrav\u00e9s da voz das cinco mulheres que Lu\u00eds Vaz ter\u00e1 amado: Violante, Catarina, Francisca, B\u00e1rbara, Dinamene. Ser\u00e1 o s\u00e9culo XXI pr\u00f3ximo do s\u00e9culo XVI, pelo menos no amor? Quem vou conhecer, com quem vou falar? Quantos barcos e avi\u00f5es vou perder? Em que portos vou perder-me? Vou ter paci\u00eancia para mim mesma, com os meus medos e as minhas ang\u00fastias?\u00bb<\/p>\n<p>\u00abAli\u00e1s, na mochila levo um s\u00f3 livro \u2013\u00a0<em>Os Lus\u00edadas<\/em>, o Bilhete de Identidade dos portugueses. Junto-lhe a esperan\u00e7a de descobrir onde mora a Ilha dos Amores e a certeza de que da minha l\u00edngua v\u00ea-se o mar.<\/p>\n<p>Ler\u00a0<em>Os Lus\u00edadas<\/em>\u00a0antes da travessia e faz\u00ea-lo agora s\u00e3o duas coisas distintas. Sei de que vento escreveu e de que mar. Sei de que esperan\u00e7a, sei de que calma, de que descoberta, de que conquista e de que vit\u00f3ria.<\/p>\n<p>E sei que Lu\u00eds Vaz est\u00e1 aqui por mares nunca dantes navegados. O mesmo mar portugu\u00eas. O mar das caravelas e das naus que o desafiaram sempre mais.<\/p>\n<p>Depois, j\u00e1 em terra, ouvir as hist\u00f3rias sem rumo que ondulam nas vozes dos lobos-do-mar lusitanos, a sul de \u00c1frica, \u00e9 poder perceber-lhes o amor e a entrega sem limites.<\/p>\n<p>O mar est\u00e1-nos inscrito na matriz, e \u00e9 disto que se trata quando se ouve falar quem traz as mar\u00e9s no olhar e na voz\u00bb.<\/p>\n<p>Fiquei presa \u00e0 mem\u00f3ria bonita daquelas antigas pra\u00e7as lusitanas. \u00cdndia era Portugal. Ainda \u00e9. Deixo para tr\u00e1s Dam\u00e3o no rebuli\u00e7o de uma agita\u00e7\u00e3o febril e Diu na pacatez de um imenso areal de curvas suaves e fal\u00e9sias debruadas a ponto luz.<\/p>\n<p>E sigo para Goa. Dizem-me que em cada pedra vou encontrar uma estrofe\u2026 \u00abQuem viu Goa n\u00e3o precisa de ver Lisboa\u201d, l\u00e1 diz o prov\u00e9rbio go\u00eas. Chegar \u00e0 Ilha de Goa \u00e9 uma esp\u00e9cie de chegar a casa. Um deslumbre. Goa \u00e9 tecida de contrastes, enchemos os olhos do verde fresco, verde brilho, verde esplendor e verde acinzentado, verdes que nos acordam e nos d\u00e3o a perceber de que mat\u00e9ria \u00e9 tecida a natureza em toda a sua exuber\u00e2ncia e variedade. Mais al\u00e9m s\u00e3o os azuis que nos convocam a lembran\u00e7a da nossa terra e que existem, juro-vos, em todas as matizes que \u00e9 poss\u00edvel conceber, do azul desbotado ao azul petr\u00f3leo, do azul l\u00edquido ao azul-turquesa mais do que perfeito. E depois h\u00e1 o branco. Dizem-me: s\u00e3o 200 igrejas com a nossa assinatura. Vejo-as de uma brancura imaculada a irromperem altivas e no meio do mato. E sei: estou em casa.<\/p>\n<p>Do verde ao branco, do branco ao azul do mar, das cores aos cheiros: o perfume das especiarias, do s\u00e2ndalo, da c\u00e2nfora, a brisa de sal e terra h\u00famida, a ess\u00eancia da pimenta, do cravo e da canela, do incenso. E h\u00e1 as sedas, os panos finos, os saris, os santos, as cruzes, os alpendres e varandins, os olhares, os sabores apurados. O picante. Goa \u00e9 isto, um ba\u00fa cercado de sentidos\u00bb.<\/p>\n<p>\u00abDe tanto ter massacrado quem devia e quem n\u00e3o devia com perguntas sobre o s\u00e9culo XVI, sobre os portugueses e sobre o poeta, ganhei um ep\u00edteto curioso:<\/p>\n<p>\u2014 Ent\u00e3o esta \u00e9 que \u00e9 a Senhora do Lu\u00eds de Cam\u00f5es? Muito prazer em conhec\u00ea-la.<\/p>\n<p>Apeteceu-me responder que do que mais gostei foi do artigo definido \u201ca\u201d \u2014 n\u00e3o existe nenhuma outra, portanto!\u00bb<\/p>\n<p>\u00abDespedi-me de Goa com o p\u00f4r-do-sol mais bonito que vi. Despedi-me deste dia na capela da Senhora do Monte. Fica no alto do outeiro, o ponto mais perto do c\u00e9u. Moram l\u00e1 todos os passados que foram escrevendo a nossa Historia. S\u00e3o tantas as almas que lhes perdi a conta. Estamos l\u00e1 todos \u2014 soldados, marinheiros, conquistadores, poetas. Est\u00e1 ali o nosso Portugal em cada novo dia que se apaga.<\/p>\n<p>E dali me fui para a terra mais l\u00edquida que conheci: Cochim. \u00c1gua, \u00e1gua que nos acode por todos os lados. Canais, bra\u00e7os de mar, sulcos, chuva quente. Ali estivemos, ali conquist\u00e1mos e ali mor\u00e1mos e n\u00e3o me admira. A \u00e1gua que nos conforta e nos fortalece. Tudo \u00e9 \u00e1gua, caminhos de \u00e1gua calma juncados de violetas e de l\u00edrios, de p\u00e1ssaros cor do sol e da argila, de ramos pendurados em \u00e2ngulos absurdos, de mecanismos de pesca t\u00e3o ardilosos que me custa imaginar que fomos n\u00f3s que os trouxemos da China para ali os deixarmos ficar.<\/p>\n<p>O que resta do nosso forte \u00e9 pouqu\u00edssimo. Uma fiada de pedras no subterr\u00e2neo do museu indo-portugu\u00eas. Mas o que mais me tocou foi a igreja de S\u00e3o Francisco, a mais antiga igreja portuguesa na \u00cdndia. N\u00e3o pela igreja em si, com o nosso tra\u00e7o inconfund\u00edvel, mas pelo primeiro t\u00famulo de Vasco da Gama. Uma vulgar l\u00e1pide no ch\u00e3o com uma inscri\u00e7\u00e3o sumida pelo tempo. T\u00e3o humilde mem\u00f3ria a evocar algu\u00e9m t\u00e3o grande. \u00c9 nas coisas simples que reside, de facto, a grandeza. Trouxemos Vasco da Gama para casa, demo-lo aos Jer\u00f3nimos, mas ali ficou o seu \u00faltimo olhar. E o meu, deixei-o preso na pedra que recorda o in\u00edcio de tudo o que somos. Imenso\u00bb.<\/p>\n<p>\u00abO delta do rio Mekong \u00e9 outro Vietname (no tempo de Lu\u00eds Vaz, ainda n\u00e3o se chamava assim) \u2014 \u00e9 o Vietname da paz, do tempo e do sil\u00eancio, \u00e9 o Vietname dos mercados flutuantes, dos barcos a remos, do verde-margem, da melodia dos p\u00e1ssaros, da pesca, das \u00e1rvores de frutos debru\u00e7adas sobre o leito. O rio atravessa o Vietname, o Camboja, o Laos, a China, a Birm\u00e2nia e a Tail\u00e2ndia por mais de quatro mil quil\u00f3metros, contorcendo-se por canais finos como riscos de l\u00e1pis num labirinto de \u00e1gua lodosa e escura que se vai transformando numa estrada de luz. Apetece demorar e apetece ficar, tentando esquecer tudo o que antes vi. N\u00e3o ter\u00e1 sido este o Mekong de Lu\u00eds Vaz.<\/p>\n<p>Sabemos apenas que o poeta, ao regressar de Macau, onde ocupou o cargo de provedor dos defuntos, ter\u00e1 por aqui naufragado no ponto em que o caudal cor de terra se confunde com o mar da China. Dizem que as mar\u00e9s s\u00e3o t\u00e3o violentas que ainda hoje n\u00e3o h\u00e1 barcos que as cruzem. Salvou\u00a0<em>Os Lus\u00edadas<\/em>\u00a0a nado, de bra\u00e7o erguido, imagem que todos os portugueses guardam, n\u00e3o conseguindo no entanto salvar a sua amada Dinamene, que nestas \u00e1guas ter\u00e1 sido sepultada\u00bb.<\/p>\n<p>Alma minha gentil que te partiste,<br \/>\nt\u00e3o cedo desta vida descontente,<br \/>\nrepousa l\u00e1 no c\u00e9u eternamente<br \/>\ne viva eu c\u00e1 na terra sempre triste.\u201d<\/p>\n<p>De regresso a Macau, \u00abOlho \u00e0 minha volta na cidade antiga e leio, na minha l\u00edngua portuguesa, nomes de ruas, de edif\u00edcios, de poetas, de navegadores. N\u00e3o vinha a Macau desde 1994. A ru\u00edna de S\u00e3o Paulo, a cal\u00e7ada portuguesa, o farol, as igrejas e caf\u00e9s, os past\u00e9is de nata e a livraria. Tudo resiste.<\/p>\n<p>Desvendei-te e finalmente abracei-te. A tua voz nunca se repete, bem sei. Por isso deixo-te, nos teus versos dispersos, deixo-te a ti, marinheiro e poeta, por aqui, nesta ilha singular em que te tornaste. Ilha e mar \u2013 \u00e9s tu a navegar.<\/p>\n<p>E volto a casa, como tu\u00bb.<\/p>\n<p>\u201cEsta \u00e9 a ditosa p\u00e1tria minha amada,<br \/>\n\u00e0 qual se o C\u00e9u me d\u00e1 que eu sem perigo<br \/>\ntome, com esta empresa j\u00e1 acabada,<br \/>\nacabe-se esta luz aqui comigo.\u201d<\/p>\n<p>Maria Jo\u00e3o Lopo de Carvalho licenciou-se em L\u00ednguas e Literaturas Modernas pela Universidade Nova de Lisboa. Foi professora de Portugu\u00eas e de Ingl\u00eas, criou a primeira escola de Ingl\u00eas para os mais novos e trabalhou como\u00a0<em>copywriter<\/em>\u00a0em publicidade.<\/p>\n<p>Passou ainda pelas \u00e1reas de Educa\u00e7\u00e3o e Cultura da C\u00e2mara Municipal de Lisboa. Tem mais de setenta t\u00edtulos editados, entre romances, livros de cr\u00f3nicas, manuais escolares e livros infanto-juvenis, a maior parte deles no Plano Nacional de Leitura. \u00c9 presen\u00e7a regular na comunica\u00e7\u00e3o social e todos os anos visita escolas do Pa\u00eds para incentivar o gosto pela leitura.<\/p>\n<p><em>*At\u00e9 que o Amor me Mate<\/em>,\u00a0sobre as sete mulheres que Cam\u00f5es amou, foi o romance que originou esta viagem. Valeu a pena!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Susana Mexia<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4494,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","footnotes":""},"categories":[64,56],"tags":[],"class_list":["post-4493","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-isto-para-nos","category-pontas-soltas"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.1 - 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