Rui Gonçalvez

DE VENTURA A MARCELO, QUEM É O XENÓFOBO

Rui Gonçalves, Arquiteto

À luz da honestidade intelectual, para quem a tem, qualquer pessoa minimamente capacitada percebe que isto é factual, até porque não existem escalas de aptidões laborais. Se André Ventura tivesse dito que os turcos eram o povo menos trabalhador do mundo, então sim, estaria eventualmente a afirmar uma falsidade, mas não disse e não existe aqui rigorosamente nada de xenófobo nem de racista, trata-se apenas de um termo comparativo.

Há uns dias, o Presidente da República disse, num jantar com jornalistas estrangeiros, que os orientais eram indivíduos lentos, referindo em concreto, que o ex-primeiro ministro António Costa “é um indivíduo lento”, porque “é oriental e os orientais são lentos”, disse o ex comentador Marcelo Rebelo de Sousa, agora arvorado Presidente da República, para mal dos nossos pecados.

Escrevi aqui sobre este episódio na altura, fazendo a comparação com André Ventura, se por acaso tivesse sido ele a proferir aquelas afirmações e registei que absolutamente ninguém, dos tais políticos de esquerda, jornalistas, comentadores, os hipócritas do costume, portanto, o vieram acusar de racista, ou xenófobo, ou qualquer desses epítetos que agora andam aí na moda, ninguém tugiu nem mugiu. Pois bem.

Parece que de propósito, apenas duas semanas depois, André Ventura disse na Assembleia da República, a propósito da construção do novo aeroporto e porque em Istambul foi construído um em apenas cinco anos e em Portugal estão a prever dez anos, sem hipocrisias nem pruridos do politicamente correto, que “os turcos não são propriamente conhecidos como o povo mais trabalhador do mundo”, ora isto é o óbvio, não é uma afirmação de que os turcos são calões, porque essa fez o Presidente da República sobre os “orientais”.

À luz da honestidade intelectual, para quem a tem, qualquer pessoa minimamente capacitada percebe que isto é factual, até porque não existem escalas de aptidões laborais. Se André Ventura tivesse dito que os turcos eram o povo menos trabalhador do mundo, então sim, estaria eventualmente a afirmar uma falsidade, mas não disse e não existe aqui rigorosamente nada de xenófobo nem de racista, trata-se apenas de um termo comparativo.

Mas porque André Ventura e o Chega incomodam muita gente acomodada, emparelhada e alapada ao sistema corrupto vigente, que não sobrevivem sem ele, eis que um bando da esquerda, acolitado pelas associações do costume, berraram aos quatro ventos o habitual coro anti Chega e encontraram nas palavras de André Ventura aquela xenofobia e aquele racismo, que fizeram de conta que não viram nas palavras de Marcelo Rebelo de Sousa. Gente hipócrita, sim, mas sempre foram e não deixarão de ser.

Desde o Bloco, o Livre, o PCP, os do PAN e umas associações desta coisa do racismo, uma tal SOS e outras da mesma estirpe, vieram a público berrar, com os habituais cataclismos oratórios contra o Chega e não só, em alguns casos a exigirem, veja-se bem onde chega o desplante daquela gente, a demissão do Presidente da Assembleia da República. Neste país permite-se que gente nascida por aí num país qualquer, que aterrou por cá não se sabe bem como, só se sabe porquê, tenham o à vontade para pedir a demissão de uma personalidade eleita legitimamente pelos portugueses.

Mais, abra-se um parêntesis para lembrar que estas associações são constituídas por pessoas que não trabalham, nem têm profissão e se limitam a viver à custa do erário público, com subsídios pagos pelos impostos das pessoas que trabalham, em nome do tal ativismo, a que eu chamo de terrorismo, cuja única missão é incentivar o ódio contra brancos.

Claro que o PS é o timoneiro dos radicais de esquerda, sempre lesto a atacar a liberdade de expressão, quando essa expressão não é a deles, são no fundo as já estafadas tiranias do PS, feito dono da democracia portuguesa e pela voz de Alexandra Leitão lá veio confundir e baralhar, deturpando intencionalmente o que André Ventura disse, com a intenção de condicionar o trabalho do Presidente da Assembleia.

Evidentemente que estes partidos pseudo-democratas, como o Bloco, o PCP, o Livre, o PAN e mais uns quantos deputados e dirigentes radicais do PS, são defensores confessos do tipo de regimes que limitam a liberdade, não só de expressão, mas também de pensamento, liquidando todos os que pensam de maneira diferente da que pretendem instituir e impor.

Considero já no grau do abominável, a hipocrisia destes políticos, grande parte da comunicação social, jornalistas, comentadores, etc…, na sua esmagadora maioria alugados à esquerda. Mas para esta cambada, o xenófobo é o Ventura.

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