Entre os extremismos, o PSD e o CDS provaram aos portugueses que o projeto sufragado em 2024 era o adequado, era exequível e resolvia os problemas das pessoas.
Não conseguimos fazer tudo. Mas provámos que fizemos muito. E vamos continuar.
No domingo os portugueses serão chamados a escolher os destinos do país. Tenho a expectativa que o façam para devolver a estabilidade e o desenvolvimento ao país, interrompidos pela aliança PS/Chega, ávidos de poder.
Todos reconhecem, emboras alguns mais timidamente, que o PSD estava a governar bem!
Até que Pedro Nuno Santos se lembrou que o sucesso do país, (que se traduziu na resolução dos problemas ignorados pelo marasmo de 8 anos de maioria absoluta do PS, com ou sem geringonça) não podia continuar, sob pena de o PSD governar pelo menos 8 anos, não fosse ele perder o seu timing político.
E é esta, a razão da crise política! O egoísmo de um só homem que rejeita uma moção de confiança ao Governo. Por vaidade pessoal e ambição desmedida. Entendeu que era o seu momento.
O resto foi um pretexto!
O PS não estava preparado, nem programa tinha alinhavado quanto mais amadurecido!
Pedro Nuno Santos não está (e nunca estará) preparado para ser Primeiro-ministro. É só um Peter Pan teimoso e obstinado a fazer birra, até conseguir o brinquedo, e pelos vistos a viagem não está a correr bem. O Ventura é igual. Radicalizado à direita. Mortágua encarnou o papel da menina rebelde e provocadora, a “esquerda caviar” que não é exemplo, em nada, para ninguém. Nem me venham falar em direitos dos trabalhadores, depois dos despedimentos selvagens e cruéis que levaram a cabo dentro do seu partido. Já não tenho paciência para tanta hipocrisia.
O PCP definha a cada dia. Não me revendo em um único princípio comunista, deixa livre um espectro político que será ocupado por quem não tem a mesma coerência. Mas quer dizer… a casete não podia levá-los ao futuro. Enlearam-se na fita do tempo e teimaram em não sair do lugar. E a Ucrânia foi O tiro no porta aviões.
Não é preciso refletir muito sobre a situação política nacional para concluir que, de facto, o governo atual deve manter-se ao leme do país. A AD- Coligação PSD/CDS, provou que está à altura das responsabilidades e dos desafios do futuro. Mostrou que tem a sensibilidade e bom senso necessários para governar. Hoje em dia, um bem raro. Entre os extremismos, o PSD e o CDS provaram aos portugueses que o projeto sufragado em 2024 era o adequado, era exequível e resolvia os problemas das pessoas.
Não conseguimos fazer tudo. Mas provámos que fizemos muito. E vamos continuar.
Dezanove carreiras da função pública revistas. Um pacote fiscal para os jovens e para a habitação, apoio social aos mais idosos com reforço para 100% da comparticipação dos medicamentos para beneficiários do CSI e aumento desta prestação social. Baixa de impostos, reconhecimento do mérito, aumento do salário minimo nacional, aumento das pensões, aumento das residências estudantis, aumento da rede de cuidados continuados, o plano de restauro da Natureza e tantas e tantas outras medidas.
Hoje temos mais médicos e professores que há um ano atrás. E continuaremos a trabalhar na melhoria das condições de vida das pessoas, se os portugueses renovarem o seu voto de confiança na AD. Como estou segura.
E se, num exercício académico, nada disto convencer o eleitor, há uma característica rara e fundamental em política, que o mundo hoje agradece e que o PSD e o seu líder Luís Montenegro, já provaram ter: sensibilidade e bom senso. O mundo não precisa de gente radical, estridente e gesticulante. O mundo e o país precisam de gente que sabe ouvir, ponderada e determinada. De gente que não foi forjada na Terra do Nunca.
No dia 18 de maio, Portugal agradece o voto na AD.


