AGENDA 2030. CRIME? NEGÓCIOS? OU AMBOS?

Susana Mexia, Professora de Filosofia

O livro “VERDADES INCONVENIENTES”, Edição VidaEconómica, 2024, aborda profundamente esta engenharia social da agenda global 2030 a qual tem o propósito de desestruturar as sociedades e implantar um novo código de valores e de conduta, para as empresas e para os indivíduos.

Uma mudança desenhada pelo Fórum Económico Mundial em que nada ficou de fora e tudo está perfeitamente estruturado e articulado, obedecendo a um extraordinário planeamento estratégico e guias para a acção com o propósito de desestabilizar a unidade das nações, desmoralizar as populações, acabar com o conceito de identidade de género e de família, promover o ódio à cultura cristã e à nossa realidade biológica de homem e mulher.

O que antes parecia ser um projeto “idealista” de longo prazo está agora a ser acelerado para se tornar rapidamente num sistema único e centralizado.

Não é um projeto nobre nem inofensivo — é um plano manipulado de controlo, “Uma nova Ordem Mundial, onde as nações perdem a sua soberania e os governos são simples delegações locais de instituições supranacionais que, sob a direcção do grande capital monopolista, impõe uma agenda global que leva à redução da população e à sua submissão a uma ditadura totalitária”, pois os globalistas progressistas e as elites “woke” querem cancelar os nossos valores e cercear as nossas liberdades.

À primeira vista, parece inofensiva com objetivos brilhantes com slogans como “erradicar a pobreza” e “salvar o planeta”. Mas por trás destas palavras esconde-se algo muito mais sombrio: uma pressão forte para a governança global, vigilância digital, aborto como direito universal e uma lenta erosão da soberania nacional.
«A Agenda 2030 não é uma visão inofensiva — é uma armadilha global disfarçada de “progresso.””

«A imigração é um triplo crime. Na origem, porque esvazia vastas áreas e países do seu recurso mais importante, os seres humanos, onde mega-bilionários querem explorar recursos sem se preocuparem em confrontar os seus habitantes; é um crime no destino, porque atira milhares de pessoas para sociedades com referências diferentes, gerando confrontos culturais, raciais e até religiosos, enfraquecendo as sociedades a que chegam; E é um crime em trânsito, onde milhares perdem a vida ou a dignidade, largados como lixo por estas máfias, num negócio sujo em que participam as grandes ONG globalitárias que lucram com este sofrimento». (…)

«O tráfico de seres humanos tornou-se um grande negócio. Não é só na Europa, o mesmo está a acontecer na América. Existem verdadeiras multinacionais do tráfico de seres humanos, tal como existem no tráfico de droga ou de armas. Organizadas como as melhores empresas. O pior é que estes dois negócios execráveis da logística do mal não são territórios autónomos, distantes e distintos uns dos outros. Os traficantes de droga e os traficantes de seres humanos são membros das mesmas estruturas». (…)

«E estes mega-bilionários têm um programa político, económico e social que visa reorganizar o mundo de acordo com os seus interesses. É um plano que ultrapassa as fronteiras e que eles estendem, através do controlo financeiro, das universidades e dos think thank às consultoras, aos partidos políticos, aos sindicatos, aos meios de comunicação social, às ONG e às fundações, para o impor ao conjunto da população. A sua encarnação mais evidente é a Agenda 2030 e os seus Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que, face ao despertar de setores cada vez mais amplos, estão a encontrar mais resistência do que o esperado pelos seus promotores».

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