Rui Gonçalvez

COMO A ESQUERDA DESTRUIU OS SERVIÇOS DE SAÚDE EM PORTUGAL

Rui Gonçalves, Arquitecto

Nesses nove anos de governação da geringonça esquerdista chefiada pelo padrinho Costa que em boa hora desertou, não foi construído um único hospital público, isto para quem se intitula defensor do serviço público já é elucidativo, mas foram licenciados pelo mesmo governo de esquerda e inaugurados dezoito hospitais privados e fica clara a diferença entre o que o PS diz e o que o PS faz.

Dizem as últimas três sondagens que vieram a público que o PS está em primeiro lugar nas intenções de voto dos portugueses, apesar de em empate técnico com o Chega e com a AD em terceiro lugar com menos cinco a seis pontos percentuais, e isto é simples de perceber quando nos lembramos daquele nome… “Luís Neves”, que qualquer português mediano percebe aquilo que o primeiro-ministro não percebe, o homenzinho não percebe mesmo que se está a enterrar a ele próprio e ao partido, e isso é o menos, mas também o governo e o país num pântano sem fundo, mas adiante.

O espantoso destas sondagens é o facto de os portugueses darem ao PS, imagine-se, o primeiro lugar das suas intenções de voto, um partido que saiu do governo há escassos dois anos, com estórias rocambolescas de dezenas de milhares de euros em dinheiro vivo escondidos na residência oficial do primeiro ministro, qual “al capone” à portuguesa, com indícios do envolvimento do dito cujo e dos seus mais diretos colaboradores em esquemas manhosos de negociatas corruptivas.

Isto depois de nove fatídicos anos de governação danosa, mas a esquerda em Portugal (o PS, o PCP, o Bloco, o Livre, o PAN), que governaram o país entre 2015 e 2024, tem o dom de dominar na perfeição a arte da prestidigitação, e desde há mais de cinquenta anos que consegue sempre, com o branqueamento da comunicação social e o domínio que tem das instituições e da máquina do Estado, fazer esquecer a este pobre povo desmemoriado e masoquista que é o principal culpado do estado miserável em que a nação portuguesa se encontra, e eles conseguem mais, fazem mesmo acreditar que são os padroeiros daquilo a que chamam “estado social”, que põe o pais na penúria e até se dizem os criadores do SNS – Serviço Nacional de Saúde.

O problema é que os números dizem e demonstram exatamente o contrário, eis então o embuste esquerdista, isto a falarmos apenas de saúde, porque nas outras matérias o assunto é ainda mais evidente. Nesses nove anos de governação da geringonça esquerdista chefiada pelo padrinho Costa que em boa hora desertou, não foi construído um único hospital público, isto para quem se intitula defensor do serviço público já é elucidativo, mas foram licenciados pelo mesmo governo de esquerda e inaugurados dezoito hospitais privados, nada mau e fica clara a diferença entre o que o PS diz e o que o PS faz e ao serviço de quem anda a governar.

Como se não bastasse, podia dizer-se, “bom mas a qualidade dos serviços melhorou e tal”, mas não, os tais portugueses desmemoriados e masoquistas, sabem que nunca o SNS tinha prestado tão péssimo serviço, e isto apesar do governo das esquerdas unidas ter aumentado o número de funcionários públicos de 650 mil em 2015 para 750 mil em 2024, apesar de ter aumentado a despesa com pessoal da administração pública de 14,5 mil milhões em 2015, para 19,5 mil milhões em 2023, qualquer coisa como 32% de aumento. Ou seja, uma diferença de 5 mil milhões só em um ano, que chegariam para construir qualquer coisa como cerca de 25 novos hospitais, mas que a esquerda não construiu nem um, porque o verdadeiro negócio deles é votos e eles sabem que é na administração pública que está o “exército” que lhes dá esses votos. Muito mais gente, muito mais despesa, muito menos produtividade e muito pior serviço.

Mas a fórmula de destruição dos serviços de saúde da esquerda não se esgota aqui, é que também foram eles que em apenas nove anos, abriram as portas de par em par e ao descontrolo intencional à entrada de imigrantes e de 380.000 estrangeiros residentes em 2015, infestaram o país com 1.080.000 em 2023, isto sem contar com os ilegais e os utilizadores do SNS em regime de turismo de saúde, que dizem as estatísticas serem ainda mais cerca de 300.000 e foi mais este milhão de utentes injetados pelo governo do PS que rebentaram literalmente não só os serviços de saúde, mas os serviços públicos em geral, que agora os portugueses verdadeiros precisam e não têm. Uma vergonha de governantes.

Resta acrescentar um pormenor de classe, é que o atual secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, que se fosse governo passaria a ser primeiro-ministro, tem o seu nome atolado neste pântano governativo, na qualidade de ministro da administração interna, colaborador direto de António Costa na destruição do país, ao desmantelar o SEF com a intenção criminosa de promover a invasão imigratória que tantos prejuízos tem causado à nação portuguesa, gente sem vergonha.

A questão é se será gente desta espécie que os tais portugueses desmemoriados e masoquistas querem a governar o país.

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