Era bom que alguém informasse os manifestantes que a mesma Constituição que prevê o “direito à habitação”, por acaso também prevê no seu artigo 58º o “direito ao trabalho”, mas esse é o direito que não lhes convem exercer, por acaso numa altura em que estamos em situação de pleno emprego e que não falta trabalho para todos.
Foi o governo das esquerdas unidas, do PS, PCP, Bloco e PAN, que durante nove anos abriu as portas do país de par em par e sem qualquer controlo a um milhão e meio de imigrantes, que nos invadiram sem que esse mesmo governo tivesse preparado o país para os receber e eles esgotaram os serviços públicos que não servem agora a ninguém e habitam casas que normalmente seriam destinadas a portugueses, esgotando o mercado de arrendamento e para chegar a esta conclusão basta alcançar o óbvio.
Essa é a mesma esquerda, agora acrescentada pelo Livre, que defende nas televisões, nos jornais e nos fóruns políticos os manifestantes que dizem protestar pelo direito à habitação consignado na Constituição da República, como se não fosse a esquerda unida a grande causadora da crise habitacional. Mas o que vemos naquelas centenas de pessoas, são alguns que de facto ingenuamente estão convencidos de que o Estado é obrigado a dar-lhes uma casa, temos por lá em maioria aqueles que usam o pretexto da habitação para tratarem de temas políticos que nada têm a ver, estando exclusivamente interessados em tratar da palestina, daquelas coisas dos LGBTIQs, dos fósseis, etc… e temos os profissionais da arruaça, os selvagens que usam qualquer pretexto para ofender as autoridades, conspurcar, destruir o espaço público e o património, incluindo monumentos que representam a história e a identidade de PORTUGAL.
Gente que não cumpre regras sociais, não cumpre leis, nem respeita a autoridade, que de facto há muito deixou de existir neste país trucidado pela anarquia que a esquerda implantou sob o chapéu da democracia. Já que pelos vistos os educadores não o fizeram, quem é que explica aquela rapaziada que para comprar ou alugar uma casa é preciso trabalhar, aquela palavra horrenda que eles abominam, mas que existe, aquela coisa que as políticas de esquerda lhes ensinaram que não era necessário fazer porque podem viver de subsídios e da mesada lá de casa, mas o problema é que o Estado não produz casas para lhes dar, para ter uma casa é preciso mais do que usar um lenço alusivo à palestina, ou do que gostar de pessoas do mesmo sexo, ou do que fumar ou aspirar pela narina uma linha de coca e sim o homem do IHRU tem razão, para almejar a compra ou aluguer de uma casa, é preciso fazer sacrifícios, sempre assim foi e agora também é.
Entretanto, excetuando uma intervenção digna desse nome há uns dias no Porto e depois de ontem terem exemplificado o que deviam fazer todos os dias, o que as ditas forças de segurança têm feito para impedir esta barbárie? Perante as críticas da esquerda, sempre acompanhada pela comunicação social incendiária, têm limitado a sua ação a assistir impávida e serenamente ao desenrolar dos acontecimentos, permitindo toda a espécie de ilegalidades.
As manifestações estão autorizadas até à meia-noite e meia, mas eles continuam pela madrugada fora, não é permitida a montagem de tendas no espaço público, mas eles montam, a lei não permite andar de cara tapada, mas eles andam e as televisões até os entrevistam, não é permitida a vandalização do património, mas eles vandalizam, porque eles são vândalos. E quais são as consequências para os prevaricadores? Nenhumas, porque a comunicação social aplaude e dá gás à barbárie. Já repararam que quando um jornalista se refere aos acontecimentos, é sempre a favor do infrator? A pergunta que fazem ao entrevistado é, o que é que acha da intervenção da polícia? Nunca questionam, o que é que acha de os manifestantes transgredirem a lei? A força da autoridade tem que se fazer exercer, porque a anarquia e o caos que os esquerdistas defendem é o caminho para a queda da democracia, que só prevalece com o respeito total pela lei, pela ordem e pela autoridade.
Era bom que alguém informasse os manifestantes que a mesma Constituição que prevê o “direito à habitação”, por acaso também prevê no seu artigo 58º o “direito ao trabalho”, mas esse é o direito que não lhes convém exercer, por acaso numa altura em que estamos em situação de pleno emprego e que não falta trabalho para todos, se o problema fosse esse. Mas esse não é o problema da rapaziada, eles até assumem que “isto não tem a ver com a habitação, isto é um problema sistémico, que implica destruir o estado, destruir a polícia, destruir o capital, destruir os tribunais, e isto não é um protesto pacífico, é um protesto violento, como está a acontecer em França” dizem eles e claro a televisão colabora e dá tempo de antena à insurreição.
Mas eles têm razão, o que está verdadeiramente em marcha é uma guerra promovida pelas forças de esquerda, que ao perderem o poder por toda a Europa pelos meios legítimos e democráticos, tentam na rua impor de forma ilegítima e subversiva as suas políticas.
Isto é uma verdadeira guerra anunciada, com epicentro em França, mas que vai alastrar por todos os países e à falta de autoridade das chamadas forças de segurança, as guerras fazem-se com as forças armadas, o problema é que até elas foram desmanteladas pelos governos de esquerda de António Costa, aquele que prometeu que até 2024 haveria casas para todos, o indivíduo ludibriou e o povo acreditou e agora ele dorme montado num ordenado de quarenta mil euros por mês e que se lixe o tal povo que ele ludibriou.


