Silêncio que se vai ouvir o Fado no Convento da Graça, em Lisboa, ás segundas-feiras, a partir de 27 de julho, pelas 17h30.
O Monumento Nacional passa a receber concertos de fado tradicional, promovendo a expressão artística mais profunda e identitária de Portugal.
Sem amplificação sonora e sem artifícios, apenas a acústica do espaço e o fado tradicional e autêntico tocado e cantado por artistas cheios de alma.
“Estes concertos pretendem proporcionar aos nossos visitantes uma vivência autêntica da alma portuguesa, num cenário de excecional beleza e significado patrimonial. Queremos que cada sessão de Fado seja mais do que um espetáculo, mas uma experiência memorável que combina música, património e lazer, permitindo descobrir o Convento da Graça de uma forma mais envolvente”, resume Luís Aguiar Campos, administrador da Wonderful Day, que organiza o evento.
Com direção artística da FATUM, é desta forma que vão decorrer as sessões de Fado no Convento da Graça, localizado no bairro com o mesmo nome. A experiência Graça com Fado, com valor de 25€, inclui a visita ao terraço e miradouro do Convento, à sacristia, coro alto e claustros superiores, assim como uma bebida para os participantes desfrutarem do final de dia da melhor maneira.
Classificado como Monumento Nacional, passou a abrir ao público diariamente as portas do seu miradouro com vista para o Tejo e a cidade de Lisboa, desde 2023.
A lotação de cada sessão é de 50 pessoas. Os bilhetes podem ser adquiridos no próprio monumento, através de reserva pelo contacto telefónico (+351 218 875 007) ou por e-mail: info@igrejadagraca.pt.
Toda a informação está disponível no site da Igreja da Graça: www.igrejadagraca.pt
Igreja da Graça
Fundada em 1291, a Igreja da Graça foi construída ao estilo manuelino, a que se acrescentaram apontamentos barrocos, no restauro após o terramoto de 1755. O interior é marcado pelos azulejos dos séculos XVI, XVII e XVIII, a talha dourada dos altares e esculturas setecentistas.
Está classificada como Monumento Nacional e, desde maio de 2023, passou a abrir ao público, diariamente, as portas do seu miradouro com vista para o Tejo e a cidade de Lisboa.


