Isto nada tem que ver com questões imigratórias, ou humanitárias, isto é uma guerra civilizacional. Perante a falta de atitude das autoridades europeias e de cada um dos países, ninguém se admire que um dia destes sejam os povos a agir por sua conta e risco, criando milícias para combater esta invasão.
A entrada de cinquenta mil invasores estrangeiros no território espanhol de Ceuta de uma só vez, não pode ter sido e nem o mais ingénuo acredita que foi obra do acaso, ou que foi mera coincidência e todos aqueles milhares de indivíduos se lembraram de rumar a Ceuta no mesmo dia e praticamente à mesma hora. Um fenómeno desta natureza e com esta dimensão, tem obviamente uma organização meticulosa por detrás e tem no destino não só conivência como incentivo e neste caso, tem essa organização denominada por “união europeia”, que tem muito mais de terrorista, pelo apoio e incentivo que tem dado à entrada massiva e ilegal de imigrantes, do que de “união”, de que não tem nada.
A dupla Von Der Leyen / António Costa, está indisfarçavelmente ao serviço das políticas globalistas que visam destruir a Europa através da mistura racial, religiosa, cultural, tentando impor uma civilização de estilo bárbaro como aquela que considera as mulheres como seres inferiores, que têm como hábito normalizado nos respetivos países a violação aceite e legalizada, apenas como exemplo de uma finalidade mais profunda que visa a substituição populacional e a imposição da “sharia”, em substituição das constituições vigentes nos países europeus. Esta gente não vem para trabalhar, vem para invadir, ocupar, desfrutar, matar, substituir, violar e basta ver a forma selvagem como entraram no território espanhol.
Isto nada tem que ver com questões imigratórias, ou humanitárias, isto é uma guerra civilizacional que tem de ser combatida com todos os meios possíveis e imaginários.
Comportamentos ou fenómenos radicais, exigem reações e decisões igualmente radicais e é isso que se exige de quem tem o mandato para governar, em defesa do seu povo, dos seus valores, dos seus princípios civilizacionais, dos seus hábitos, usos e costumes, compete a esses governantes serem os verdadeiros e íntegros guardiões da civilização que os elegeu. Se a cobardia não lhes faculta a coragem necessária para o fazerem, obviamente devem demitir-se, porque não são dignos do mandato que lhes foi confiado.
Perante a falta de atitude das autoridades europeias e de cada um dos países, ninguém se admire que um dia destes sejam os povos a agir por sua conta e risco, criando milícias para combater esta invasão e então corremos dois perigos óbvios, por um lado o de enfrentarmos uma guerra civil e por outro, de verdadeiros imigrantes pagarem injustamente e serem considerados como iguais.
Entre os dirigentes que teimam em não ouvir os seus povos e insistem nas políticas de permissividade e de portas escancaradas à chamada “imigração”, que nada tem de imigração, estão a Espanha e a França, que já sabíamos, mas como se não bastasse, também o estado português, através do governo da AD, liderado por Luís Montenegro, foram os três países que se recusaram a assinar a “Carta Europeia” que pede mais controlo de fronteiras e rapidez na deportação de ilegais, ao contrário de todos os restantes países europeus.
Se não tivéssemos um primeiro-ministro frouxo, na sequência do ocorrido em Ceuta, teria colocado de imediato as Forças Armadas a controlar as fronteiras terrestres e embarcações da marinha a patrulhar as águas do Algarve no sul do país, então sim, podíamos dizer que tínhamos um verdadeiro primeiro-ministro, mas ao invés, alinhou com os governos esquerdistas e globalistas de Espanha e França.
Dizem as sondagens que o PSD está em terceiro lugar nas intenções de voto dos portugueses… pudera, irá continuar a derrapar.


