Enquanto o aumento da despesa do Estado não for proibido pela Constituição e não for punível por lei, assim será, nós a pagarmos e eles a gastarem. Este é o resultado do bloco central, constituído por gente irresponsável, incapaz e incompetente que nos destrói o país há cinquenta anos. No campeonato dos “jobs for the boys”, eles empatam, mas nós perdemos sempre.
O atual governo, do PSD, entrou em funções a fazer acordos com todas as classes e sindicatos da função pública, qual patrão esbanjador, aumentando irresponsavelmente a despesa do Estado. Exatamente, porque considero crime de lesa pátria, o aumento de um cêntimo de despesa, sem que o mesmo seja acompanhado pelo respetivo e imediato aumento de eficiência dos respetivos serviços e como se sabe, desde a célebre pandemia que os serviços públicos têm vindo a degradar-se, uma evidência para qualquer cidadão utilizador.
As marcações prévias para atendimento foram experimentadas ao abrigo da pandemia (essa bela desculpa para tantos devaneios) e a moda ficou, para que os serviços fiquem libertos, com menos trabalho, menor produtividade, mais descanso, e claro, como sempre, com prejuízo dos cidadãos.
Conseguir atendimento numa repartição do Estado, é encarado por quem presta o serviço, como um especial favor e um frete que fazem, sem disfarçar o incómodo que sentem por ter que nos aturar, assim como a espera de meses por qualquer documento, mesmo que o tempo limite esteja estipulado por lei, coisa que não os afeta, até porque ninguém os cumpre.
Um escândalo que está instalado por todo o lado, com total desprezo pelo cidadão pagador de impostos e que tem o direito de ser servido quando precisa e não quando lhes apetece. E isto porque há menos funcionários? Não, esse é exatamente o problema, o número de funcionários públicos, sempre cresceu nos governos do PS, porque o Estado sempre foi por eles encarado como o centro de emprego dos seus militantes, simpatizantes, familiares e amigos. Os governos do PS sempre foram amigos da função pública e não era de esperar outra coisa.
Como comprovativo da gestão danosa que os socialistas praticam na governação, chegaram ao governo em 2015 com 658.500 funcionários públicos e deixaram um rasto de destruição em 2024, quando saíram, com 753.850, um aumento de 15% e os portugueses a saberem por experiência própria e sem necessitar de estudos, que a qualidade piorou drasticamente, mas eles são socialistas, são isto mesmo. Perdoai-lhes Senhor, que eles não sabem o que fazem. E nós a pagar.
Eis que veio o governo do PSD e muitos esperavam uma mudança de políticas, mais responsabilidade, maior eficiência na gestão da coisa pública, mas nada disso, para início de conversa e depois de terem satisfeito todas as exigências de todos os sindicatos da função pública (e nós a pagarmos), continuam a aumentar também o número de funcionários e em menos de um ano, já lá vão mais 5.000 (e nós a pagarmos) e claro, em rota invertida com a produtividade e a qualidade dos serviços prestados aos cidadãos, que continua a cavalgar de mal a pior.
Mas como se não bastasse e os nossos impostos caíssem do céu, também as nomeações para cargos diretivos e políticos, incluindo os célebres assessores, continuam a aumentar e só com este governo de Montenegro, já aumentaram 48% (e nós a pagarmos), face aos que os socialistas deixaram como herança, montados na teta dos Estado. Pois, é que desta gente, são mais de 26.000.
É assim que eles esbanjam o nosso dinheiro, aquele dinheiro que nos é descontado todos os meses, para gáudio desta gente irresponsável.
Enquanto o aumento da despesa do Estado não for proibido pela Constituição e não for punível por lei, assim será, nós a pagarmos e eles a gastarem. Este é o resultado do bloco central, constituído por gente irresponsável, incapaz e incompetente, que nos destrói o país há cinquenta anos. No campeonato dos “jobs for the boys”, eles empatam, mas nós perdemos sempre.
Sim, sou defensor da redução drástica da despesa do Estado, o que significa ser pela diminuição do número de funcionários públicos, com aumento da produtividade e da eficiência dos serviços, com investimento na economia e redução de impostos às pessoas e às empresas.


