O que Moedas está a fazer, é a subversão da democracia e o achincalhamento do cidadão lisboeta verdadeiramente português, que quer a sua identidade cultural e religiosa e as suas tradições preservadas, sem cedências de qualquer espécie.
Não sou eleitor em Lisboa, mas para lá caminho com gosto e com muita frequência, por motivos de trabalho, lazer, prazer e mesmo como residência. Lisboa já foi uma cidade de excelência, mas o nível decresce e decresce por leviandade e culpa exclusiva dos presidentes de Câmara que por lá têm passado, mas concentremo-nos no atual.
Não venho aqui falar do lixo, ou se quisermos da falta de limpeza, que é notória e as notícias dão nota disso. Também não é por uma gestão financeira no mínimo imprudente, com um aumento de dívida em 52 milhões de euros. Nem tão pouco pelas irregularidades relacionadas com as substituições de vereadores, nada disso. Também poderia ser pelas constantes ações de promoção pessoal do presidente, à custa dos recursos da Câmara. Ou, por exemplo, pelas inúmeras promessas feitas no programa e em campanha eleitoral e não cumpridas, a começar pela resolução do problema da habitação. Mas deixemos tudo isto de parte.
Um presidente da Câmara da capital do país, não pode, em nenhuma circunstância, oferecer regalias e vantagens a umas minorias que por aí andam a ser privilegiadas, em prejuízo e contra a vontade da esmagadora maioria da população. A permissão para a criação de um gueto no coração da cidade, uma zona que foi tomada de assalto, onde prolifera a imundície, o tráfico e o consumo de droga, seja ele a céu aberto, ou disfarçado por negócios que todos sabemos não terem colagem à realidade exibida nas montras, é inconcebível.
Na zona do Martim Moniz, Intendente e da “famosa” rua do Benformoso, amedrontam-se os moradores portugueses que ali tinham os seus negócios e que acabam, por incompatibilidade de convivência com gente que cultural e civilizacionalmente nada têm a ver. Porque há medo indisfarçável da criminalidade e constantes violações a turistas que desconhecem a zona, por falta de informação sobre os perigos que correm. Mas o presidente da Câmara nada faz, até porque é incentivador do caos social, higiénico e urbanístico que ali se vive e não tem vergonha de publicamente e por escrito, vir fazer um apelo para que não se coma por ali carne de porco e não se usem crucifixos, porque, diz o próprio, isso é considerado provocação aos ocupantes da zona, era mesmo só o que faltava, proibir de se vender e comer as tradicionais “febras” de porco, nas festas da cidade, que aí estão à porta.
O desplante e o deboche presidencial não têm limites. Com que direito se afronta desta forma os cidadãos lisboetas portugueses, como se não estivessem na sua terra? Isto é o racismo praticado por aquele que deveria ser o guardião mor das tradições lisboetas e não de outras quaisquer, isto é a subversão absoluta da democracia. Não saberá ele, por acaso, que foi eleito por portugueses originais e é a eles que tem obrigação de defender e proteger, sempre e em qualquer circunstância e que é presidente de uma Câmara em PORTUGAL? A tolerância que defende nas festas da cidade, já existe em forma de abuso todos os dias do ano, numa zona onde chegaram, ocuparam e instauraram a sua lei e desordem e onde o lisboeta verdadeiro não entra, porque não é compatível com os agora denominados por “novos portugueses”. Haja pudor e vergonha, PORTUGUESES são os que cá são nascidos e criados e não os que compram a nacionalidade através leis que mais não configuram do que uma traição à PÁTRIA e por vias ilegais como se tem comprovado. Só falta mesmo criar por ali um enclave, ou um principado “bangladindiano” dirigido pelo tal Sr. Rana, tão protegido dos políticos portugueses que tudo lhe permitem, imagina-se a troco de quê.
Os imigrantes são precisos para trabalhar e só para trabalhar e aos que o fazem devemos respeito, mas segundo as estatísticas só 30% trabalham, os outros vivem de tráfico, expedientes e subsídios pagos pelos portugueses verdadeiros e esses não podem permanecer em território nacional e aos que por cá ficam, depois de feita a triagem, deve impor-se a aculturação natural de quem escolhe ir para um país estrangeiro e não o contrário.
E como em democracia, são as minorias que se submetem às maiorias e não o inverso, é inconcebível, para não dizer criminoso, que o município lisboeta subsidie com centenas de milhares de euros, todos os anos, associações racistas que defendem a “morte do homem branco”, como a SOS racismo e várias outras, promotoras do ódio à PÁTRIA PORTUGUESA. Assim como é caso para questionar, o tal “europride”, que já é mau autorizar, mas é uma afronta financiar com o dinheiro dos munícipes. Não, não são os lisboetas que têm de pagar estes devaneios de uns, para mera provocação aos que pagam.
Uma cidade, ou um país, têm uma identidade que tem de ser preservada, custe o que custar, ou não são uma cidade nem um país e passam a ser um albergue sem distinção cultural e estamos a destruir essa cidade e essa nação. Um presidente de Câmara que não percebe isto, não merece e não pode ser eleito e muito menos reeleito depois de ter mostrado ao que vem. A viragem que o eleitorado fez de forma declarada e inequívoca à DIREITA, significa exatamente que esgotou a paciência com este estado de coisas e aqueles que não percebem e teimam em manter o caos, só têm de ser apeados dos lugares que ocupam.
O que Moedas está a fazer, é a subversão da democracia e o achincalhamento do cidadão lisboeta verdadeiramente português, que quer a sua identidade cultural e religiosa e as suas tradições preservadas, sem cedências de qualquer espécie.


