Mas eles tentaram dar uma outra lição, como aquela de que “não existem raças puras”, como se alguma vez alguém tivesse falado em “raça pura”, todos sabemos que o PORTUGUÊS é feito de brancos, pretos e mestiços, sem repúdio, nem rancores e muito menos ódios e essa é uma das grandes virtudes das heroicas descobertas dos nossos ilustres antepassados, onde levámos a civilização.
“A tentativa de humilhação, vinda de quem quer que seja, esbarra na couraça da indiferença com que os Portugueses já olham para um presidente caduco e há muito fora de prazo. A repudiada ofensa da Lili e do Celinho, resulta exatamente de quererem pôr em pé de igualdade com o PORTUGUÊS, porque esta Pátria é só dele e não de um qualquer “portindianês”, ou “portangolês”, ou um “portangladeshês”, isso é inaceitável e nunca irá acontecer, estamos alerta.”
Em situações que me parecem ultrapassar a realidade, fico um tempo a tentar perceber se estou de facto a ver bem, ou se não será má interpretação minha, no fundo, aquele momento em que pensamos, “será que o maluco sou eu?” e por isso ter deixado passar uns dias para a poeira assentar e ter a certeza de que estou com os pés na terra.
Aproveitar o 10 de Junho, Dia de Portugal de Camões e das Comunidades Portuguesas, mas daqueles PORTUGUESES que não compraram a nacionalidade, como agora se vende e compra por aí em bazares de países do terceiro mundo, mas dos que a têm por nascimento, por direito próprio e por sangue PORTUGUÊS, é inconcebível a tentativa de deturpação da história e a tentativa de incutir a esses Portugueses, culpas que jamais tiveram ou lhes podem ser atribuídas. Representa uma clara e deplorável ofensa ao povo que ama a sua PÁTRIA e carece, no mínimo, de um pedido de desculpas da parte de quem praticou a ofensa.
Foi o que fizeram, a Lili escritora, com a conivência e o reforço do presidente Celinho, numa cerimónia que devia servir apenas para comemorar a PORTUGALIDADE, honrar os nossos antepassados que tanta civilização levaram ao mundo e homenagear os que tombaram em defesa da PÁTRIA, da qual pelos vistos ambos os intervenientes se envergonham. A tentativa de humilhação, vinda de quem quer que seja, esbarra na couraça da indiferença com que os Portugueses já olham para um presidente caduco e há muito fora de prazo. Haja pudor.
A história não se apaga, não se repete, não se renega, nem é lícito que se deturpe, como os oradores de serviço fizeram. A afronta aos nossos antepassados, vinda do mais alto magistrado da nação, é inconcebível e um ato deliberado de traição à Pátria. Os militares presentes, que ainda combateram nos antigos territórios portugueses em África, a começar pelo homenageado e ilustre General Ramalho Eanes, só podem ter-se sentido atraiçoados. O próprio pai do presidente autor da afronta, a esta hora dará piruetas na tumba, também ele um digno defensor da Pátria Portuguesa naqueles territórios.
Mas afinal quando se fala de escravos, estamos a falar do passado ou do presente? Sim, dos que neste país entraram e permanecem de forma ilegal, graças à permissividade das autoridades e às leis produzidas em nove anos de miseráveis governos de esquerda, leis essas sancionadas pelo próprio presidente, a serem explorados por máfias e a viverem e trabalharem em condições desumanas, à mercê de gente sem escrúpulos, muitas vezes seus compatriotas. É bom que ponha a mão na consciência e assuma a quota parte de culpas que lhe cabem pessoalmente, por esta prática de escravatura moderna, com a sua assinatura.
Mas eles tentaram dar uma outra lição, como aquela de que “não existem raças puras”, como se alguma vez alguém tivesse falado em “raça pura”, todos sabemos que o PORTUGUÊS é feito de brancos, pretos e mestiços, sem repúdio, nem rancores e muito menos ódios e essa é uma das grandes virtudes das heroicas descobertas dos nossos ilustres antepassados, onde levámos a civilização. A repudiada ofensa da Lili e do Celinho, resulta exatamente de quererem pôr em pé de igualdade com o PORTUGUÊS, porque esta Pátria é só dele e não de um qualquer “portindianês”, ou “portangolês”, ou um “portangladeshês”, isso é inaceitável e nunca irá acontecer, estamos alerta.
E já agora, a propósito de “reparações” do passado aos antigos territórios em África, estamos a falar do que é devido aos portugueses pelo que lá deixaram e lhes roubaram e que era legitimamente seu, quando foram selvaticamente expulsos sem dó nem piedade, ou das fantásticas infraestruturas que lá deixámos e que fizeram daqueles territórios dos mais civilizados do planeta? Sim, se há reparações justas a fazer, seriam essas e era delas que competia a um presidente preocupar-se. Inverter a história e tentar beneficiar o infrator, é crime de lesa-pátria.
E sim, somos descendentes de Afonso Henriques, o tal que varreu a própria mãe, já em nome da Portugalidade, de Vasco da Gama, do Infante D. Henrique e de muitos outros que levaram a civilização a todos os recantos do mundo e de todos quantos combateram e foram abatidos em nome da Pátria Portuguesa, de que tanto me orgulho, mesmo com um presidente que me envergonha.
(Nota: quem não tem sensibilidade para perceber o que é o 10 de Junho, certamente não terá também sensibilidade para se incomodar com o uso de diminutivos, como a Lili e o Celinho, porque de facto são demasiado pequeninos)


