A França foi a eleições e contra as previsões das sondagens, a direita, que havia vencido a primeira volta, não ganhou e ficou mesmo em terceiro lugar, também atrás do partido do presidente Macron, que por gritante inabilidade política, acabou por entregar a vitória à fusão dos partidos da esquerda.
E os partidos de esquerda fizeram o quê, para garantir a derrota da direita? Fundiram-se apenas num bloco, juntando mais e menos extremistas e verdes, que nunca antes se haviam entendido para coisa nenhuma e dizem os especialistas, ninguém acredita que venham a entender-se para governar e assim existem fortes probabilidades de termos uma França ingovernável. Porque a esquerda unida está a distância inatingível de uma maioria e os dois “blocos” que a poderiam completar, não estão disponíveis para tal.
Afinal, a França, para chegar à vitória, limitou-se a copiar o estratagema usado pela esquerda em Portugal em 2015, a diferença é que lá fizeram a coligação pré eleitoral e não enganaram o eleitorado, como em Portugal. Apesar de tudo, sempre foram mais sérios.
Entretidos com esta vitória, à custa do papão “fascismo”, sempre anunciado contra a direita, lá, como cá e por aí, a tralha esquerdista (sim tralha, porque é uma união de gente antidemocrática, como a seguir veremos) vai fazer o quê se chegar ao governo? O que sempre fazem por todo o lado onde aparecem, aumentar salários a eito, pôr o Estado, de que sempre se alimentam, no centro de tudo e lançar os furiosos impostos sobre aquilo a que chamam fortunas, não para dar aos pobres, mas para empanturrar o tal Estado, que garante o sustento de gerações de políticos parasitários esquerdistas de proveta e assim se resume o anunciado programa do agrupamento francês. Aliás, a esquerda nunca governa pelo país, mas para satisfazer as miseráveis ideologias que arruínam nações.
De tão inebriados que estão, porque a hecatombe não foi tão grande como se esperava, nem percebem que apesar de todas as artimanhas de que se muniram, a direita passou “só” de 89 deputados para 143, isso mesmo, se não percebem o significado deste crescimento sustentado é porque não percebem mesmo nada. Com uma grande vantagem que estas eleições trouxeram, é que sempre que a esquerda vai governar, a direita vai aumentar.
Evidentemente que este resultado é dramático para a França, porque significa um retrocesso civilizacional, aliás, ao invés do que está a suceder pela Europa de uma forma geral, mas também o é para a União Europeia, por aquilo que a França representa no seu todo.
O “papão” do “fascismo”, que a esquerda sempre apregoa, quando está em causa o crescimento da direita, já não resulta, porque em todo o lado eles ameaçam com o medo e de seguida, a direita avança, é assim em Portugal e por toda a Europa e não só. Os eleitores são mais inteligentes do que os esquerdistas consideram e percebem que na Hungria, em Itália, na Argentina, como exemplos, quando a direita governa, resolve os problemas das pessoas, mostra a falência das ideologias de esquerda, as sociedades prosperam e os regimes democráticos mantêm-se a funcionar melhor do que antes e este é o problema que faz a esquerda desesperar, sim o desespero inibe-lhes o raciocínio.
Mais cedo do que tarde e antes do que eles pensam, a Europa trilhará o rumo do desenvolvimento e do progresso, pela mão da direita consolidada.
A propósito do radicalismo e desespero deles, todos vimos nas televisões o que aconteceu no final da manifestação das esquerdas fundidas, no centro de Paris, com distúrbios de toda a espécie a colocar em causa a segurança de pessoas e bens, com milhões de euros de prejuízos, sem que as forças de segurança, também lá como cá, tivessem meios e força para manter a ordem pública.
São estas provocações às autoridades que não são admissíveis em democracia. A força da ordem, terá que ser sempre, mas sempre superior aos criminosos arruaceiros de esquerda que ameaçam os alicerces dessa democracia e os cidadãos de bem, não podem, em nenhuma circunstância estar sujeitos a indivíduos ameaçadores.
Jornalistas e comentadores, fazem sempre a mesma propaganda de branqueamento. Quando os desordeiros eventualmente são de direita, é porque a desordem é estrutural e ligada aos partidos, se a criminalidade é praticada pela esquerda, então são grupos infiltrados, que nada têm que ver com os partidos.
É contra todos estes poderes dominadores da opinião pública, poderes alocados e pagos pela esquerda, como a comunicação social, que a direita tem que combater para chegar ao poder. E este é um combate diário e sem tréguas.


