Orçamento da Câmara de Lisboa apresentado com aposta em gestão urbanística

Estado com Arte Magazine

O investimento direto de 41 M€, sobe 19% a verba para a requalificação e proteção do património cultural, a programação e apoios a instituições culturais.

O Orçamento poderá entrar em vigor em janeiro de 2026, após apreciação e aprovação em Assembleia Municipal.

Para a área da segurança, estão previstas serem colocadas 63 novas câmaras de videoproteção, num investimento de 1,4 M€, bem como serão disponibilizadas seis novas viaturas de proteção civil, entre outras medidas.

O Orçamento aprovado “é ainda de melhoria da relação com os cidadãos,” esclarexe o executivo, através do novo portal de serviços e a nova plataforma de gestão urbanística e um investimento de 1,1 M€ em cibersegurança.

Mantendo a política de impostos baixos em 2026, será feita a devolução total do IRS aos munícipes, mantendo o IMI na taxa mais baixa e mantendo os benefícios fiscais na derrama.

O Orçamento poderá entrar em vigor em janeiro de 2026, após apreciação e aprovação em Assembleia Municipal.

Na reunião desta 4a feira, foram também aprovados os Planos de Atividades e Orçamentos para 2026 de todas as empresas municipais: Carris, EMEL, Lisboa Ocidental SRU, Gebalis e EGEAC.

Esses instrumentos permitem dotar as empresas dos meios necessários para concretizar as orientações estratégicas do Executivo e responder às necessidades dos cidadãos.

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