Ainda a procissão vai no adro e Magyar já disse que vai continuar a comprar petróleo russo, não vai participar no empréstimo da europa à Ucrânia, não vai patrocinar a entrada da Ucrânia na união europeia e já tinha afirmado ser um anti-imigração convicto, sendo um defensor da lei e da ordem, em suma tudo como Orban, nada como Kosta e Leyen.
Viktor Orban perdeu as eleições na Hungria e democraticamente saiu de cena admitindo a derrota, sem mais. Não escalpelizou desculpas inexistentes, nem exibiu tiques de mau perder como normalmente se vê por aí, que é como quem diz, por cá. Afinal o apregoado monstro “antidemocrata” que os pseudo paladinos da democracia europeia, Kosta e Leyen, quiseram inventar como se tivesse imposto um regime ditatorial na Hungria, não só não existia, como lhes deu um banho de espírito democrático a esses dois capachos bajuladores dessa nova ordem mundial, que pretende impor ao mundo a mixórdia cultural, religiosa e racial, destruindo as civilizações tal como elas são.
Quando aparece um defensor das Pátrias como elas sempre foram e devem continuar a ser, aí estão aquelas duas criaturas deploráveis, incapacitadas, incompetentes e sem uso para além da serventia em posição curvilínea a que se dispuseram obedecer perante quem lhes dá as ordens, a apontar o dedo intitulando-os de antidemocratas, enfim, dois pobres de espírito também com os dias contados. Duas inutilidades pagas a peso de ouro.
Entretanto, ambos rejubilaram lá nos píncaros da europa, por todo o lado, quer dizer que também por cá se assistiu ao delírio frustrativo dos habituais esquerdistas que teimam em manter os cérebros anestesiados, incapazes de assimilar a realidade incontornável do avanço das ideias inversas às que defendem e que puseram a europa a pão e água, sem capacidade de fazer face aos desafios, relegada para a cauda do planeta em matéria de influência geoestratégica, uma europa à sua dimensão, que não conta para nada, qual nobreza falida a viver do passado, sem indústria, sem agricultura, sem meios para sustentar o chamado “estado social” que vai falindo tudo e todos, qual gigante de pés de barro.
Entretanto, eis que toda aquela gente mal informada, inculta e deslumbrada, nunca se apercebeu que o novo eleito não era, nunca foi o homem da esquerda a que pertencem, que adoram porque os sustenta, Magyar, o substituto de Orban na Hungria, não é o patudo acéfalo e obediente que desejavam e com quem gostam de lidar.
Ainda a procissão vai no adro e Magyar já disse que vai continuar a comprar petróleo russo, não vai participar no empréstimo da europa à Ucrânia, não vai patrocinar a entrada da Ucrânia na união europeia e já tinha afirmado ser um anti-imigração convicto, sendo um defensor da lei e da ordem, em suma tudo como Orban, nada como Kosta e Leyen.
Não é a direita europeia que sai derrotada, pelo contrário, é a esquerda moribunda que se mantém ligada às máquinas, esperemos que sucumba o mais rápido possível, para bem das nossas vidas, da nossa civilização e das futuras gerações.


