No meu workshop “O Código Invisível”, do próximo dia 23 de abril, vou ajudar todas as mulheres que tiverem a coragem de participar a olhar para além da superfície. Vamos, em conjunto, alinhar a sua imagem Real com a sua Perceção e a sua Comunicação.
Durante muitos anos, vivi com a sensação de estar com o travão acionado. Sentia que a minha vida não saía do mesmo lugar e, ingenuamente, acreditava que me faltava competência.
O desgaste de passar décadas num mesmo local acaba por nos obrigar a “caber” num espaço estanque. E quando nos moldamos para caber, deixamos de ver o nosso potencial. Deixamos de conseguir dar o passo seguinte.
Procurei respostas no mercado e recebi um choque de realidade necessário: 20 anos de experiência não valem zero. Percebi que a pirâmide é, de facto, mais estreita no topo e que o crescimento hierárquico tem um limite. Mas será que a nossa evolução também tem?
Crescer e evoluir não é apenas subir um degrau no organigrama. É usar os talentos que acumulámos, aprender o novo e abraçar o desafio. Quando o desafio desaparece, a alma estagna.
Não se trata de ambição desmedida; é uma atitude sustentável. Se eu sei que consigo mais, para quê insistir em diminuir-me persistentemente apenas para “caber” onde estou agora?
A saída desta zona de conforto causa dor. Nem todas estão dispostas a enfrentá-la. Mas para aquelas que estão, eu digo: o caminho é difícil, mas pior é saber que existe outro caminho e nunca iniciar a jornada.
Com uma dose de loucura e muita reflexão, lancei-me na aventura empreendedora. Mas sair não basta; é preciso seguir na direção certa.

Foi aqui que encontrei a metodologia que hoje é a base da minha mentoria – o Método IBATM. Porque é que não saímos do sítio? Não é apenas medo. É porque a nossa perceção de nós mesmas está desatualizada.
Construímos uma imagem baseada em filtros: educação, medos, crenças e a necessidade constante de agradar. Vamo-nos adaptando para “caber” em contextos profissionais ou sociais, e acabamos por nos tornar uma personagem secundária na nossa própria história, em vez de assumirmos o papel principal.
Remover estes filtros — a forma como nos arranjamos, a forma como abafamos os nossos valores, a postura que assumimos para não incomodar — é o início da verdadeira autoridade.
Eu trabalho a imagem. E a imagem, enquanto perceção de si mesma, é crítica. É aqui que está o segredo. Não é o espelho que nos vai dizer quem somos, nem a forma como os outros nos veem. A forma como nos vemos a nós próprias é que faz toda a diferença.
Para o conseguir de forma objetiva, temos de trabalhar a fundo. Por vezes é preciso “esgravatar” dores que pensávamos estarem resolvidas, mas que ainda estão a atrapalhar. Não se trata de lá gastar a nossa energia, mas antes de perceber os seus porquês e de as desconstruir.
Se sentes que estás a alimentar os sonhos de outros enquanto o teu potencial está “com o travão acionado”, desafio-te a dar o primeiro passo agora, para saíres do mesmo lugar.
No meu workshop “O Código Invisível”, do próximo dia 23 de abril, vou ajudar todas as mulheres que tiverem a coragem de participar a olhar para além da superfície. Vamos, em conjunto, alinhar a sua imagem Real com a sua Perceção e a sua Comunicação.
Vamos ganhar a autoridade necessária para deixar de “caber” para passarmos a liderar.


