Homens como Ramalho Eanes e Jaime Neves e os seus Comandos, impediram, no terreno, o avanço das unidades subversivas manipuladas pela extrema-esquerda e das figuras civis, destacou-se Mário Soares, um socialista, que, não sendo próximo dele do ponto de vista ideológico, há que reconhecer o seu espírito democrático, que nunca permitiu aproximações do seu partido aos extremistas de esquerda, por saber, como todos sabemos, o perigo que eles representam para a democracia.
Há 48 anos, um grupo de traidores à democracia e à Pátria, tentaram amordaçar o país e implantar uma ditadura de esquerda.
Otelo Saraiva de Carvalho, Vasco Gonçalves, Rosa Coutinho, Mário Tomé, na altura, da UDP, que em conjunto com outros partidos e movimentos deram origem ao atual Bloco de Esquerda, Álvaro Cunhal e outros membros do PCP – Partido Comunista, são nomes e organizações que devem ficar retidos na memória dos portugueses, como aqueles que tentaram fazer da chamada revolução dos cravos, apenas um meio com o objetivo de perpetuar em Portugal um regime totalitário de esquerda, a exemplo dos que existem na China, Coreia do Norte, Cuba, Venezuela e outros países onde se matam pessoas por “delito de opinião”, imperando regimes que ainda hoje o Bloco de Esquerda e o PCP defendem sem dúvidas nem vergonha.
Sim, foi esta gente que incendiou sedes do CDS e matou alguns democratas.
Do outro lado da barricada, a travar os traidores, estiveram personalidades militares e civis, que também não podemos esquecer e devem permanecer na nossa memória e na nossa história, mas por bons motivos, pelas melhores razões, porque lhes devemos o facto de não termos sofrido os horrores da tal ditadura criminosa comunista.
Homens como Ramalho Eanes e Jaime Neves e os seus Comandos, impediram, no terreno, o avanço das unidades subversivas manipuladas pela extrema-esquerda e das figuras civis, destacou-se Mário Soares, um socialista, que, não sendo próximo dele do ponto de vista ideológico, há que reconhecer o seu espírito democrático, que nunca permitiu aproximações do seu partido aos extremistas de esquerda, por saber, como todos sabemos, o perigo que eles representam para a democracia.
Quando teve de optar por constituir um governo de coligação, por não ter maioria absoluta, não teve dúvidas em formar o chamado “Bloco Central”, com o PSD, chegando mesmo a juntar-se ao CDS, relegando sempre o PCP e os outros partidos extremistas antidemocráticos para fora do cenário governamental.
Hoje, Mário Soares dará piruetas no túmulo, quando António Costa recuperou PCP e Bloco, defensores intransigentes de regimes ditatoriais sanguinários, para a área do poder, governando com o seu apoio chantageante, com os resultados dramáticos que estão à vista.
A governação socialista, tem dois resultados possíveis, ou deixa o país na falência, mais exatamente na bancarrota, como já fez por três vezes, ou deixa o país e o povo sem serviços públicos, é o que sucede neste preciso momento.
O legado da ditadura da maioria absoluta do PS, é simples de avaliar. O país fica incomparavelmente pior nos serviços de saúde, com os hospitais sem as mínimas condições de funcionamento e as populações mais carenciadas sofrem como nunca, com o SNS à beira da extinção.
Na chamada “educação” e nas escolas, os socialistas conseguiram o pleno, professores e auxiliares em sucessivas greves e sistemáticos protestos, com alunos que desde a pandemia nunca mais tiveram a estabilidade necessária a uma aprendizagem mínima, porque para a incapacitada governação do PS, as escolas são unicamente instrumentos de propagação ideológica.
As Forças Armadas e as forças de segurança, estão em vias de desmantelamento, porque a esquerda odeia lei, autoridade, disciplina e ordem pública, onde o medo impera, com receio de povos culturalmente opostos que invadem o território nacional sem controlo, porque a lei da imigração socialista tudo permite e aceita em Portugal, já transformado em porta de entrada na Europa.
A justiça é o caos que todos conhecemos, com processos de altíssima corrupção sem solução, a começar pelo camarada Sócrates e seus quejandos. Os serviços públicos estão cada vez mais obsoletos e inacessíveis ao cidadão comum, que espera e desespera enquanto é tratado com desdém.
A carga fiscal bateu todos os recordes e é obscena, explorando aqueles que diariamente trabalham e produzem. A regra da cunha e do amiguismo atingiu o grau zero da decência, com amigos, familiares, militantes e simpatizantes socialistas no controlo de toda a estrutura do Estado.
Este é o legado de oito anos consecutivos da governação de esquerda, que se apoderou e controla todos os centros de decisão, governando exclusivamente em seu interesse próprio e é esta libertação que se impõe. Em 1975 a esquerda tentou apoderar-se do país com armas, utilizando as Forças Armadas, agora, ao longo de 48 anos, com subtileza e sacanice política, pela calada, montaram a teia que controla o país onde a liberdade de expressão é uma inutilidade, porque o cerco da esquerda, adormeceu profundamente um povo cuja capacidade de raciocínio e pensamento se esvaiu, muitos porque têm um lugar garantido à mesa do orçamento de Estado, outros porque se contentam, pelos vistos bem, com os chamados “apoios sociais”, leia-se subsídios, pagos pelos que trabalham aos que, ou nunca nada fizeram, ou compensou-lhes deixar de fazer. Este é um país de valores invertidos que urge colocar no caminho certo.
Resgatar a nação das garras da esquerda enquanto ainda é tempo, cumprindo os desígnios do 25 de Novembro, impõe-se.

